Uma intensa onda de calor atribuída às mudanças climáticas vem provocando graves incêndios florestais e um rastro de destruição em diversos países, com impactos severos nos Estados Unidos, Japão, Grécia e Holanda. O pico de temperaturas ultrapassa os 40 ºC, com sensação térmica ainda mais elevada, e o total de mortes associadas ao calor extremo no mundo, por quadros de desidratação severa ou por afogamentos em buscas por alívio, já passa de 10 mil pessoas.
Nos Estados Unidos, a situação é crítica no estado de Washington. Ventos fortes e o avanço descontrolado das chamas forçaram a evacuação imediata de 600 mil residências. Até o momento, cerca de 600 casas foram completamente destruídas pelo fogo, deixando os moradores sem a garantia de que poderão retornar aos seus imóveis.
Na Europa, os focos de incêndio que atingiam o sul do continente avançaram para nações do norte, como a Holanda, impulsionados por fortes rajadas de vento. Na Grécia, onde a crise perdura desde o início do período de estiagem, equipes de bombeiros mantêm operações contínuas para conter o avanço do fogo sobre vegetações e áreas habitadas.
O calor extremo também causa impactos na fauna. No Japão, que já havia registrado um verão severo no ano anterior, as temperaturas voltaram a atingir a marca de 40 ºC. Três leoas mantidas em um zoológico local morreram em decorrência de insolação, evidenciando a gravidade dos efeitos das temperaturas extremas sobre os animais.
Fique bem informado!
Receba gratuitamente as notícias mais importantes do dia direto no seu e-mail
Escolha quais newsletters quer receber

