A Polícia Civil de São Paulo investiga o desaparecimento de Selma, de 52 anos, e de sua filha Eva, de 15 anos, ocorrido em São Paulo. As duas não são vistas desde o dia 19 de julho, quando saíram de casa para dar uma volta no bairro onde moravam e não retornaram. A adolescente tem Transtorno do Espectro Autista (TEA) de grau de suporte dois, usa fraldas e necessita de cuidados constantes.
Segundo o repórter Lucas Martins, a investigação está sob o comando da Delegacia de Pessoas Desaparecidas, integrante da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil. Familiares e policiais buscam informações que possam levar à localização de mãe e filha, cuja ausência completa mais de três semanas.
Relato da família e dinâmica do sumiço
No dia do desaparecimento, Selma deixou o filho mais novo, de 11 anos, em casa e informou que faria um curto passeio pelo bairro com Eva. Como a mãe demorou a retornar, o menino procurou a ajuda de uma vizinha após dois dias de ausência. A moradora, então, entrou em contato com o filho mais velho de Selma, que mora em outro endereço.
O filho mais velho relatou às autoridades que a mãe nunca teve o hábito de deixar o filho caçula sozinho por longos períodos. Segundo os familiares, Selma é conhecida na comunidade pelo zelo no cuidado diário com os filhos, especialmente com a atenção exigida pelas necessidades de Eva.
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