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Michelle é um fenômeno, mas Bolsonaro barrou ida ao Executivo, diz Valdemar

No Canal Livre, presidente do PL afirma que ex-primeira-dama tem carisma impressionante, mas revela resistência do marido contra candidatura direta

Da redação
DA REDAÇÃO

01/03/2026 • 14:59 • Atualizado em 01/03/2026 • 14:59

Resumo

Entrevista de Valdemar da Costa Neto, presidente do PL, destacou a influência da família Bolsonaro nas próximas eleições e classificou Michelle Bolsonaro como "fenômeno" eleitoral, apesar de resistências internas do ex-presidente Jair Bolsonaro quanto à sua participação no Executivo.

Elogios de Valdemar à Michelle Bolsonaro ressaltaram sua capacidade de comunicação, carisma e destaque dentro do Partido Liberal, evidenciando que pesquisas apontam seu forte potencial eleitoral para futuros pleitos.

Inelegibilidade de Jair Bolsonaro mantém o ex-presidente como principal cabo eleitoral da direita, com Valdemar afirmando que qualquer estratégia conservadora dependerá de seu apoio, enquanto o partido considera alternativas para 2026, incluindo o peso de Michelle Bolsonaro nas decisões.

No Canal Livre deste domingo (1), o presidente do PL, Valdemar da Costa Neto, traçou um panorama sobre o futuro político da direita no Brasil e a influência da família Bolsonaro nas próximas eleições. Em uma análise aprofundada, o dirigente partidário classificou a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro como um "fenômeno" eleitoral, mas revelou resistências internas do ex-presidente Jair Bolsonaro quanto à sua entrada direta no Poder Executivo.

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Valdemar da Costa Neto não poupou elogios ao potencial político de Michelle Bolsonaro. Segundo ele, a ex-primeira-dama demonstra uma capacidade de comunicação e engajamento que a coloca em um patamar de destaque dentro do Partido Liberal. "A Michelle é um fenômeno, ela tem um carisma impressionante", afirmou o presidente da sigla durante a entrevista.

No entanto, o dirigente revelou que o projeto político de Michelle enfrenta um obstáculo doméstico. De acordo com Valdemar, Jair Bolsonaro não demonstra entusiasmo com a ideia de ver a esposa ocupando cargos no Executivo. "O Bolsonaro não queria a Michelle no Executivo, ele tem essa resistência", explicou, indicando que o ex-presidente prefere manter o foco da família em outras frentes ou preservar a dinâmica atual.

O papel de Bolsonaro e as alternativas da direita

Mesmo diante da inelegibilidade de Jair Bolsonaro, Valdemar da Costa Neto reforçou que o ex-presidente continua sendo o principal cabo eleitoral do campo conservador. Para o presidente do PL, qualquer movimento estratégico da direita para 2026 passará obrigatoriamente pelo crivo e pelo apoio de Bolsonaro.

Ao ser questionado sobre possíveis nomes para a sucessão, Valdemar mencionou que o partido trabalha com diversas opções, mas reiterou que o "fenômeno Michelle" é real e mensurável em pesquisas de intenção de voto. A declaração sugere que, embora haja resistência de Jair Bolsonaro, o peso eleitoral da ex-primeira-dama é um fator que o partido não pode ignorar nas articulações para os próximos pleitos.

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