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Casa Branca defende argentinos na polêmica sobre Ilhas Malvinas

Diretor para a Copa do Mundo Andrew Giuliani afirma que equipe argentina tem o direito à liberdade de expressão ao estenderem polêmica faixa no campo

Deutsche Welle
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18/07/2026 • 07:46 • Atualizado em 18/07/2026 • 08:07

Faixa "Las Malvinas son argentinas" exibida pelos jogadores

Faixa "Las Malvinas son argentinas" exibida pelos jogadores

REUTERS/Carlos Barria

A Casa Branca afirmou nesta sexta-feira (17/07) que os jogadores argentinos têm o direito de exercer sua liberdade de expressão em meio à polêmica sobre a faixa "As Malvinas são argentinas", exibida pelos jogadores em campo após a vitória sobre a Inglaterra, na quarta-feira passada.

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Questionado sobre a polêmica, o diretor do grupo de trabalho da Casa Branca para a Copa do Mundo de 2026, Andrew Giuliani, respondeu que "quanto à capacidade e à oportunidade de fazer esse tipo de declaração, eles têm o direito de fazê-lo nos Estados Unidos".

"Nós acreditamos em nossos direitos garantidos pela Primeira Emenda", afirmou, em referência à emenda constitucional que garante seis direitos fundamentais, entre eles o da liberdade de expressão.

A polêmica faixa

Ao término da semifinal disputada contra a Inglaterra, em Atlanta, após uma virada emocionante nos últimos minutos, os jogadores argentinos estenderam uma faixa em frente à torcida onde se lia "las Malvinas son argentinas", em referência ao arquipélago localizado no sul do Oceano Atlântico e sob soberania do Reino Unido desde 1833.

O gesto gerou uma grande polêmica, com o governo britânico pedindo à Fifa que "conduza uma investigação minuciosa" e lembrando que "um dos princípios fundamentais da Copa do Mundo é que a política esteja separada do futebol".

"A Copa do Mundo pode não ser nossa, mas as Ilhas Falklands definitivamente são", disse um porta-voz do governo britânico.

Na quinta-feira, a Fifa comunicou que estava analisando as súmulas da partida para decidir se tomará alguma medida.

as (AFP, OTS)

Autor: Redação DW