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Laudo descarta doença mental de padrasto acusado de matar Larissa Manuela

Larissa Manuela Santos de Lucena, de 10 anos, foi encontrada morta em casa no Jardim Tupã, em Barueri, no dia 12 de junho de 2025

Da redação
DA REDAÇÃO

07/01/2026 • 09:51 • Atualizado em 07/01/2026 • 09:51

Larissa Manuela

Larissa Manuela

Reprodução/Brasil Urgente

Resumo

Exame concluiu que o padrasto Diego Antonio Sanches Magalhães não tem doença mental e pode responder criminalmente pelo assassinato de Larissa Manuela.

Larissa foi morta dentro de casa, em Barueri, em 12 de junho de 2025, com múltiplas facadas, em um caso que gerou grande comoção.

Diego está preso, foi denunciado por feminicídio, apontado como único autor do crime e aguarda julgamento na Justiça.

O laudo psiquiátrico que avaliou Diego Antonio Sanches Magalhães, de 32 anos, padrasto acusado de matar a menina Larissa Manuela Santos de Lucena, de 10 anos, concluiu que ele não possui nenhum tipo de doença mental. A informação foi divulgada nesta terça-feira (6) e representa um novo desdobramento no caso que chocou Barueri, na Região Metropolitana de São Paulo, em junho de 2025.

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Segundo o advogado da família da vítima, o exame foi realizado por um médico psiquiatra e afastou qualquer diagnóstico que pudesse indicar inimputabilidade penal. Com isso, a defesa dos familiares afirma que agora aguarda o andamento do processo e o julgamento pela Justiça.

Diego está preso e foi denunciado pelo Ministério Público por feminicídio. O caso segue sob investigação do 1º Distrito Policial de Barueri.

Relembre o caso

Larissa Manuela Santos de Lucena foi encontrada morta dentro de casa no Jardim Tupã, em Barueri, no dia 12 de junho de 2025. A criança apresentava múltiplas perfurações pelo corpo — ao todo, 16 facadas, segundo a investigação.

De acordo com as apurações iniciais da Polícia Civil, o crime ocorreu no interior da residência onde Larissa morava com a mãe e o padrasto. A brutalidade do ataque gerou comoção e revolta, levando à rápida mobilização das autoridades.

Ainda nos primeiros dias de investigação, Diego Antonio Sanches Magalhães passou a ser tratado como principal suspeito e acabou preso. A polícia descartou, ao longo do inquérito, a participação de terceiros e reuniu elementos que embasaram a denúncia por feminicídio.

O caso segue tramitando na Justiça, enquanto a família da vítima aguarda a definição da data do julgamento.