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Capitais brasileiras aumentam valor da tarifa de ônibus; veja quais

Belo Horizonte, Fortaleza, São Paulo e Rio de Janeiro confirmam reajustes nas passagens de ônibus e trilhos já nos primeiros dias do novo ano.

CHRIS PANVECHI

02/01/2026 • 00:38 • Atualizado em 02/01/2026 • 00:38

O início de 2026 é marcado pelo aumento no custo do transporte público em diversas capitais brasileiras. Pelo menos cinco cidades iniciam o ano com reajustes nas tarifas de ônibus, trens e metrô, impactando o orçamento dos usuários logo na virada do calendário. Entre as cidades que já implementaram ou anunciaram novos valores estão Belo Horizonte, Fortaleza, São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador.

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Em Belo Horizonte, a passagem de ônibus sofreu um acréscimo de 50 centavos já na virada do ano. Com a atualização, a capital mineira passa a ocupar o posto de segunda tarifa mais cara entre as capitais do país. O topo do ranking de custos é ocupado por Florianópolis, que também confirmou um reajuste de 11,5% programado para entrar em vigor a partir do dia 5 de janeiro.

Detalhamento dos reajustes por região

Em Fortaleza, os passageiros enfrentam um dos maiores aumentos imediatos, com a tarifa ficando 90 centavos mais cara neste início de ano. A capital cearense se junta ao movimento de recomposição tarifária observado em outros grandes centros urbanos do país.

No Sudeste, a cidade de São Paulo terá novos valores vigentes a partir da próxima segunda-feira. A tarifa dos ônibus municipais sobe para 5 reais e 30 centavos. Já para quem utiliza o sistema de trilhos — metrô e trens da CPTM —, o valor da passagem será de 5 reais e 40 centavos. No Rio de Janeiro, o reajuste nos transportes municipais será de 30 centavos, passando a valer a partir deste domingo.

A prefeitura de Salvador também confirmou que haverá aumento na capital baiana. Atualmente, a tarifa na cidade é de 5 reais e 60 centavos, e embora a gestão municipal tenha garantido a subida do preço, o novo valor exato ainda não foi oficialmente revelado.

Os aumentos ocorrem em um cenário de pressão sobre os custos operacionais do setor de transporte em todo o Brasil. Autoridades municipais justificam as medidas com base em cláusulas contratuais de reajuste anual e na necessidade de manutenção do equilíbrio financeiro dos sistemas de mobilidade urbana.

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