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Tarifas de ônibus terão reajuste de 5,2% em 5 cidades da Grande SP; veja

Segundo o Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo, será aplicado um reajuste de 5,2% nas tarifas do transporte coletivo das cidades de Osasco, Barueri, Carapicuíba, Jandira, e Itapevi

Da redação
DA REDAÇÃO

29/12/2025 • 10:46 • Atualizado em 29/12/2025 • 10:46

Imagem ilustrativa de pagamento de tarifa de ônibus

Imagem ilustrativa de pagamento de tarifa de ônibus

Freepik

As tarifas do transporte coletivo das cidades de Osasco, Barueri, Carapicuíba, Jandira, e Itapevi vão aumentar a partir de 5 de janeiro de 2026. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (29) pelo Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo (CIOESTE).

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Segundo comunicado, será aplicado um reajuste de 5,2% nas tarifas do transporte coletivo por ônibus dos cinco municípios que compõem o consórcio.

O reajuste, conforme o CIOESTE, foi definido com base em critérios técnicos e legais, considerando a recomposição dos custos operacionais do sistema, para “manter a qualidade, a segurança e a regularidade dos serviços prestados à população”.

“O CIOESTE reafirma seu compromisso com a mobilidade urbana regional, a transparência e o diálogo permanente com os municípios consorciados e a sociedade”, informou o consórcio em nota.

Prefeitura de São Paulo avalia reajuste da tarifa de ônibus

A Prefeitura de São Paulo avalia a possibilidade de reajuste na tarifa de ônibus a partir de 2026. O tema voltou ao centro do debate com a chegada do fim do ano, período em que são discutidos aumentos de impostos, fechamento do orçamento municipal e definição dos custos do transporte público para o exercício seguinte. Segundo o prefeito Ricardo Nunes, a decisão ainda depende de estudos técnicos elaborados pela SPTrans, que devem ser apresentados nos próximos dias.

De acordo com informações apuradas junto a pessoas que participam do processo, existe a expectativa de que haja aumento na tarifa, embora o percentual ainda não esteja definido. O valor final dependerá dos dados que constarão no estudo técnico, que leva em conta uma série de variáveis que impactam diretamente o custo do sistema de transporte coletivo na capital paulista.

Entre os principais fatores considerados estão o preço do diesel, o dissídio salarial dos funcionários do setor, a estimativa de inflação, a variação do dólar e os custos com insumos como pneus e manutenção da frota. Todos esses elementos compõem o panorama financeiro do sistema e influenciam a decisão sobre eventual correção da tarifa.

O último reajuste da tarifa de ônibus em São Paulo ocorreu em 1º de janeiro, quando o valor passou de R$ 4,40 para R$ 5,00. Na ocasião, o aumento foi aplicado após quatro anos sem qualquer correção. Desde então, o tema tem sido discutido anualmente no fim do ano, quando a Prefeitura recebe os dados consolidados sobre o custo do transporte ao longo dos últimos 12 meses.

Metrô

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou, em 18 de dezembro, que um eventual reajuste da tarifa do metrô deverá ser analisado com cautela e discutido com a Prefeitura, mesmo que seja aplicado apenas o índice da inflação.

Segundo ele, ainda que houvesse a recomposição inflacionária neste ano, o Estado teria de manter um subsídio estimado em cerca de R$ 5 bilhões para garantir a operação do transporte público. A declaração foi feita durante o Balanço de Gestão de 2025. A tarifa atual é de R$ 5,20.

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