Bem atrasado em relação aos adversários, que vão longe nos discursos e atitudes pela repressão ao crime organizado, o presidente Lula, depois de aprovado o projeto Antifacção, se apressa agora no trabalho para aprovação da PEC da Segurança.
Quer conjugar isso com a criação de um ministério de Segurança, que sairia do ministério da Justiça. Essa PEC da Segurança, quando foi anunciada pelo governo, provocou reações dos governadores de oposição, que reclamavam perda de autonomia. Já se mexeu nisso. Mas a resistência e as discussões continuam.
Combater o crime com eficiência exige uma coordenação nacional efetiva. Esse é um ponto fundamental, e que gera aquelas reações dos governadores. Outro ponto fundamental, entre alguns mais, é que o tema da segurança poderá definir a eleição neste ano.
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