Sem poder entregar o que muita gente espera das pesquisas, que seria um prognóstico e não apenas o retrato de um momento – que é o que fazem –, alguns institutos já voltam a entrar em cena, como o Datafolha, que está em campo desde quarta-feira preparando sua nova pesquisa que será divulgada nesta sexta.
Outra reação ou atitude inadequada no trato com a pesquisa pode aparecer de novo: que é a comparação entre resultados de institutos diferentes com metodologias diferentes.
É uma comparação imprópria, mas acontece o tempo todo. A tentação, por exemplo, de comparar a Datafolha de agora com a recente Quaest.
Mas um ponto fundamental: buscar nas pesquisas o eleitorado chamado de independente ou fora da polarização, cujo tamanho varia dependendo do instituto e que, oscilando entre os polos, tem tudo para fazer a diferença – isto é: para definir a eleição.
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