O novo papa, na sua primeira homilia, começa a se mostrar e já abre a mensagem do diálogo com quem vem perdendo a fé, visando também os que ainda podem atender o chamado da Igreja. Uma espécie de ofensiva contra a dura realidade da perda de fiéis.
Estender a misericórdia da Igreja a todos está no Legado de Francisco: Ele que ia ao encontro, inclusive dos não cristão, os que praticam virtudes cristãs, embora não pertençam à Igreja de Cristo, ou a qualquer religião.
Vamos ver se o novo papa chega até aí. Nessa primeira homilia, ele enfatiza a unidade da Igreja e a busca de novos fiéis, e aí já se pode começar a enxergar os caminhos de Francisco, buscando uma Igreja para todos, todos, todos como ele gostava de falar.
Assim a Igreja começa a dar fundo e forma a esta transição cheia de significado e referências. Uma transição de um papa franciscano, inspirado em São Francisco de Assis, o grande, o maior santo da Igreja, a um papa agostiniano, filho de Santo Agostinho, o grande, o maior teólogo da Igreja.
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