Não é hora de troca de acusações, contendas políticas, choques de adversários, muito menos de oportunismos eleitorais ou eleitoreiros. Mesmo que possa parecer inútil, não custa insistir nisso.
Mas a situação dramática da segurança no Brasil – com a tragédia carioca dando a dimensão do problema – já passou de todos os limites, faz tempo.
Um plano de ações integradas no combate ao crime organizado é o mínimo a ser feito, como anunciaram as autoridade de Brasília e Rio. É o único caminho e é um primeiro passo, já que a guerra é longa e duríssima.
Mas uma política eficiente integrando ações e inteligência - juntando forças numa visão técnica e nada ideológica - não dialoga, não convive com o oportunismo cujo único critério é o resultado político e eleitoral.
Vamos ver se o dramático desafio do combate ao crime consegue transformar em coordenação e colaboração o que tem predominado como oportunismo político.
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