
O que realmente deveria estar em discussão na escolha de um nome para o supremo
Reprodução/Band
Você já ouviu ou leu que o Senado e grande parte do Supremo defendem a escolha de Rodrigo Pacheco para substituir o ministro Barroso. Ou que Jorge Messias, o diretor da AGU, é o nome mais próximo do presidente Lula, seria o de sua maior confiança.
Como tem visto também a citação a Bruno Dantas, que chamou a atenção por ter viajado com o presidente recentemente. Enquanto vem crescendo também uma movimentação a favor da escolha de uma mulher para ocupar a nova vaga no Supremo.
Mas o que se tem visto pouco ou nada são as referências e a devida abordagem ao notório saber dos citados, a seus valores, à reputação ilibada, à visão, e à lealdade mesmo à Constituição, e até à visão filosófica como modo de vida.
Não que faltem essas qualidades nos nomes considerados, mas o que está claro é que elas faltam - ou são pouquíssimas - nas discussões e nos argumentos que acompanham a movimentação em torno dessa escolha fundamental.
Que merece uma discussão mais rica. Ou menos pobre.
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