
Vacina contra o sarampo
Tânia Rêgo/Agência Brasil/Arquivo
Quatro estações da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) vão oferecer, a partir desta segunda-feira (6), a vacina contra o sarampo. A ação é uma parceria com a Secretaria Municipal de Saúde.
A campanha é voltada para pessoas de seis meses a 59 anos que ainda não foram vacinadas ou que estejam com o esquemavacinal incompleto.
A vacinação é gratuita e, para receber a dose, basta apresentar um documento de identificação às equipes de saúde. Veja abaixo as estações onde ocorrerá a intensificação da vacinação contra o sarampo:
- Linha 11-Coral: Estação Guaianases;
- Linha 12-Safira: Comendador Ermelino, Itaim Paulista, São Miguel Paulista.
A vacinação pode ser realizada das 9h às 16h nas datas:
- Segunda-feira (6);
- Quarta-feira (8);
- Segunda-feira (13);
- Quarta-feira (15);
- Sexta-feira (17); e
- Segunda-feira (20).
Alerta
A Secretaria de Saúde de São Paulo (SES-SP) recomenda a aplicação da dose zero da vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, em bebês de 6 meses a 11 meses e 29 dias residentes nos municípios de São Paulo e Guarulhos.
A medida foi adotada diante da notificação de casos suspeitos de sarampo nos dois municípios e tem como objetivo ampliar a proteção de crianças menores de um ano, grupo mais vulnerável às formas graves da doença. A orientação segue recomendação do Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde, e foi pactuada com as vigilâncias municipais.
A dose zero é uma estratégia adicional de proteção e não substitui as doses previstas no Calendário Nacional de Vacinação. Portanto, mesmo que a criança receba a dose zero entre 6 meses e 11 meses e 29 dias, deverá manter o esquema de rotina, com a primeira dose da tríplice viral aos 12 meses e a segunda dose, preferencialmente com a vacina tetraviral, aos 15 meses.
Em 2026, o Estado de São Paulo registrou dois casos importados de sarampo, em março e abril. O primeiro foi identificado em uma bebê de 6 meses, sem registro de vacinação e com histórico de deslocamento recente para a Bolívia. O segundo foi em um homem de 42 anos, residente na Guatemala e com histórico vacinal. Ambos evoluíram para cura.
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