Resumo
Afirmação do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, indica que a decisão de pautar a votação da dosimetria partiu dele próprio, sem atender a pedidos específicos.
Declaração do senador Flávio Bolsonaro sugere que sua candidatura pode ser negociada, relacionando a votação do tema ao processo democrático e criticando tentativas de impedir a análise da dosimetria.
Projeto relatado por Paulinho da Força (Solidariedade-SP) propõe reavaliação das penas do STF, tornando a votação um teste de força política no Congresso após a prisão do ex-presidente e expondo a disposição dos líderes em enfrentar possíveis desgastes.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, afirmou que a decisão de pautar a votação da dosimetria foi uma decisão dele e não um atendimento a um pedido específico.
No fim de semana, Flávio Bolsonaro disse que sua candidatura tinha um preço de negociação, dando a entender que a pauta era uma possibilidade. Segundo Flávio, impedir a votação da dosimetria significa distorcer o processo democrático.
O projeto, relatado pelo deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), prevê a reavaliação das penas impostas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), com possibilidade de redução.
A votação do PL da Dosimetria se tornou o principal teste de força do grupo dentro do Congresso desde a prisão do ex-presidente, e também um termômetro da disposição dos líderes de Câmara e Senado em enfrentar o desgaste político associado ao tema.
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