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Quem indicou Toffoli ao STF? Lula nomeou ministro em 2009

Nomeação ocorreu durante o segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva; ministro é citado em relatório da PF no Caso Master

Da redação
DA REDAÇÃO

12/02/2026 • 15:32 • Atualizado em 12/02/2026 • 15:32

Toffoli coloca em sigilo mensagens trocadas entre Mantovani e advogado

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ASCOM/STF

Nesta quinta-feira (12), as perguntas “quem indicou Dias Toffoli?” e “quem indicou Toffoli ao STF?” estão entre as mais pesquisadas no Google no Brasil. O aumento do interesse ocorre após a Polícia Federal (PF) encaminhar ao Supremo Tribunal Federal (STF) um relatório no âmbito das investigações do Caso Master.

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Dias Toffoli foi indicado ao STF em 17 de setembro de 2009 pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. À época, ele ocupava o cargo de advogado-geral da União. A nomeação foi aprovada pelo Senado Federal por 58 votos favoráveis e 9 contrários.

Toffoli assumiu a vaga aberta após a morte do ministro Menezes Direito e tornou-se o oitavo indicado por Lula ao Supremo.

Trajetória profissional

Antes de chegar ao STF, Toffoli foi subchefe de Assuntos Jurídicos da Casa Civil e atuou como assessor jurídico da liderança do PT na Câmara dos Deputados, além de trabalhar como advogado nas campanhas presidenciais de Lula em 1998, 2002 e 2006.

Durante a sabatina no Senado, sua trajetória profissional foi alvo de questionamentos por parlamentares da oposição, especialmente em relação à atuação anterior junto ao Partido dos Trabalhadores.

Caso Master

Atualmente, Toffoli é relator de um inquérito que investiga suspeitas de fraudes envolvendo o Banco Master. Segundo a Polícia Federal, o relatório enviado ao STF menciona registros encontrados no celular do empresário Daniel Vorcaro, ligado ao banco, que fazem referência ao ministro.

Também foram citadas informações sobre uma empresa da família de Toffoli, a Maridt Participações, que teve participação societária em um empreendimento no Paraná. As cotas teriam sido posteriormente vendidas a um fundo vinculado ao grupo Master.

O ministro, por sua vez, nega irregularidades. Toffoli afirma que a operação ocorreu antes de assumir a relatoria do caso e que as transações foram declaradas à Receita Federal.

O Supremo ainda não se manifestou oficialmente sobre eventuais desdobramentos relacionados à relatoria do processo.

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