
Bruno Farina foi preso em 2018 na Operação Câmbio Desligo
Reprodução/Band
A Justiça de São Paulo decretou a prisão do doleiro Bruno Farina por falta de pagamento de pensão alimentícia. Segundo a sentença, ele deve ser preso em regime fechado e separado dos presos comuns por acumular uma dívida de R$ 136.245,18 de pensão alimentícia às três filhas que teve com Neusa Tahan.
Farina mora em Foz do Iguaçu e foi preso em 2018 durante a operação "Câmbio, Desligo", desdobramento da "Lava Jato". A denúncia mostrou a atuação de uma gigantesca organização criminosa liderada pelo doleiro Dario Messer e que possibilitou atos de lavagem de ativos e evasão de divisas da organização chefiada pelo ex-governador Sérgio Cabral.
Após investigações da Operação Câmbio Desligo, que desbaratou uma complexa rede de corrupção envolvendo doleiros em vários estados brasileiros, Bruno Farina passou a ser alvo de uma ordem internacional de captura. Ele é acusado no Brasil de corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, organização criminosa e evasão.
O Ministério do Interior do Paraguai, aponta Farina como sócio de Dario Messer, que é chamado pelo Ministério Público Federal brasileiro de “doleiro dos doleiros”.
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