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Em ação da PF, Moraes determina inclusão de dono da Refit na Interpol

Refit (antiga Refinaria de Manguinhos), é apontada pela Receita Federal como a maior ‘devedora contumaz’ fiscal do país. Ricardo Magro mora em Miami, nos Estados Unidos

Da redação
DA REDAÇÃO

15/05/2026 • 09:48 • Atualizado em 16/05/2026 • 01:07

Ricardo Magro

Ricardo Magro

Reprodução/Magro Advogados

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta sexta-feira (15) a inclusão do nome de Ricardo Magro, dono da Refit, na lista de Difusão Vermelha da Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol).

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Ele é um dos alvos da operação Sem Refino, que teve um dos alvos o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL).

A ação apura a atuação de conglomerado econômico do ramo de combustíveis suspeito de utilizar estrutura societária e financeira para ocultação patrimonial, para dissimulação de bens e para evasão de recursos ao exterior.

Na ação, foram cumpridos 17 mandados de busca e apreensão e sete medidas de afastamento de função pública nos estados do Rio de Janeiro, de São Paulo e no Distrito Federal, por determinação do STF.

A Refit (antiga Refinaria de Manguinhos, na capital fluminense), é apontada pela Receita Federal como a maior "devedora contumaz" fiscal do país. Há suspeita de que a empresa tenha obtido ajuda de agentes públicos para manter as atividades, mesmo devendo uma cifra bilionária de impostos.

Com a inclusão do nome de Ricardo Magro na chamada "difusão vermelha" da Interpol, ele passa a ser considerado foragido do país. Magro mora em Miami, nos Estados Unidos.