
Flávio Bolsonaro e Jair Bolsonaro
Reprodução/X
Resumo
Crítica do senador Flávio Bolsonaro questionou a transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro da custódia da Polícia Federal para a Papudinha, em Brasília, alegando possível rigor excessivo e tratamento desigual por parte do ministro Alexandre de Moraes.
Preocupação com o estado de saúde de Jair Bolsonaro foi destacada pelo senador, que mencionou uso de medicamentos para tratar soluços crônicos, efeitos colaterais de sonolência e desequilíbrio, além de queda recente sem consequências graves.
Defesa de prisão domiciliar foi feita por Flávio Bolsonaro, justificando necessidade de reduzir riscos à integridade física do ex-presidente, enquanto o Supremo Tribunal Federal e Alexandre de Moraes permanecem sem manifestação sobre o caso.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) criticou a decisão que resultou na transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro da custódia da Polícia Federal para a Papudinha, no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. A mudança ocorreu nesta quinta-feira (15) e motivou um comentário público do parlamentar nas redes sociais.
Na manifestação, Flávio questionou se o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), adotaria a mesma postura caso o preso fosse o ex-presidente Michel Temer. A pergunta foi utilizada pelo senador para sustentar a tese de tratamento desigual e de rigor excessivo contra Jair Bolsonaro.
Flávio Bolsonaro também destacou preocupações com o estado de saúde do pai. Segundo ele, o ex-presidente faz uso de medicamentos para tratar um quadro crônico de soluços, cujos efeitos colaterais incluem sonolência e desequilíbrio. O senador afirmou que Jair Bolsonaro já sofreu uma queda recente, na qual bateu a cabeça, embora sem consequências graves.
No comentário, Flávio alertou para o risco de novos acidentes, afirmando que o ex-presidente poderia ter sido encontrado morto caso a queda tivesse sido mais grave, enquanto estava sozinho na cela da Polícia Federal. Diante disso, defendeu que Bolsonaro seja transferido para prisão domiciliar, alegando que a residência seria o único local capaz de reduzir os riscos à integridade física enquanto o tratamento médico não apresenta solução definitiva.
Até o momento, o Supremo Tribunal Federal e o ministro Alexandre de Moraes não se manifestaram sobre as declarações do senador nem sobre um eventual pedido de mudança no regime de custódia do ex-presidente.
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