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Genial/Quaest: 49% acham que Flávio leva candidatura até o fim

A pesquisa ouviu 2.004 eleitores entre os dias 11 e 14 de dezembro

ESTADÃO CONTEÚDO

21/12/2025 • 14:06 • Atualizado em 21/12/2025 • 14:15

Flávio Bolsonaro

Flávio Bolsonaro

Waldemir Barreto/Agência Senado

Resumo

Levantamento do instituto Genial/Quaest revela que 49% dos brasileiros acreditam que Flávio Bolsonaro manterá sua candidatura à Presidência, enquanto 38% veem a pré-campanha como estratégia de negociação política e 13% não responderam.

Dados mostram que 81% dos eleitores bolsonaristas apoiam a candidatura de Flávio Bolsonaro até o fim, 57% dos lulistas consideram a candidatura como instrumento de negociação e 46% dos eleitores independentes enxergam Flávio como candidato efetivo.

Pesquisa ouviu 2.004 eleitores entre 11 e 14 de dezembro, apresenta margem de erro de dois pontos percentuais e possui nível de confiança de 95%.

Levantamento do Genial/Quaest, divulgado neste domingo (21), aponta que 49% dos brasileiros acreditam que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) manterá sua candidatura à Presidência da República até o dia da eleição. Para 38%, no entanto, a pré-campanha estaria sendo usada como estratégia de negociação política em favor do grupo liderado pelo pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Outros 13% não souberam ou preferiram não responder.

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Entre eleitores que se identificam com o bolsonarismo, a percepção é majoritariamente favorável à candidatura: 81% afirmam que Flávio seguirá até o fim da disputa, enquanto 12% avaliam que o objetivo é negociar politicamente. 7% não opinaram.

Já entre os eleitores lulistas, a maioria (57%) acredita que a candidatura seria apenas um instrumento de negociação, enquanto 32% consideram que Flávio Bolsonaro deve, de fato, concorrer ao Planalto em 2026. Outros 11% não responderam.

No grupo dos eleitores que se declaram independentes, o cenário é mais equilibrado: 46% veem o senador como candidato efetivo, enquanto 37% interpretam a pré-campanha como uma estratégia de barganha política. 17% não souberam ou não quiseram responder.

A pesquisa ouviu 2.004 eleitores entre os dias 11 e 14 de dezembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.