Após reunião com o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, e com representantes de empresas, os motoristas decidiram encerrar a greve de ônibus na capital paulista.
A paralisação foi convocada após o Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Ônibus informar que não houve pagamento do 13º salário e vale-refeição por parte das empresas.
Em entrevista ao vivo no programa Brasil Urgente, o presidente do sindicato, Valdemir dos Santos, explicou o estopim da greve. Segundo o líder sindical, havia um acordo prévio firmado em uma reunião com a Secretaria de Transportes. O combinado era que o pagamento da primeira parcela do 13º — que já estava atrasada — seria realizado juntamente com a segunda parcela no próximo dia 12 de dezembro.
Entrevista de Ricardo Nunes
O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, rejeitou publicamente o pedido de prorrogação de prazo para o pagamento do 13º salário dos funcionários do sistema de transporte coletivo da cidade. Nunes afirma que o pedido é inadmissível e promete agir legalmente para proteger os trabalhadores.
O chefe do Executivo municipal enfatiza que a Prefeitura não aceitará a pressão dos empresários e que a responsabilidade pelo pagamento do 13º é das concessionárias. Ele desvincula a obrigação do pagamento de qualquer discussão relacionada ao quadriênio de concessão.
“Eu vou tomar todas as medidas administrativas e judiciais para garantir que você, trabalhador, tem o seu direito de receber o seu décimo terceiro”, garantiu Nunes.
Caos em São Paulo
São Paulo viveu mais um dia de caos nesta terça-feira. Com a chuva espalhada pela capital, o que voltou a causar problemas, a população ainda foi pega de surpresa por uma greve de ônibus.
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