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Hugo Motta fala sobre PL Antifacção: "Papel da PF e a soberania brasileira são inegociáveis"

Segundo Motta as narrativas levantadas que indicavam que as alterações no PL Antifacção enfraqueceria a Polícia Federal são inverídicas

AGATHA GONZAGA

11/11/2025 • 18:36 • Atualizado em 11/11/2025 • 18:36

Bastidores de Brasília
Hugo Motta

Hugo Motta

Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, concedeu uma entrevista para falar sobre o projeto de lei Antifacção. A coletiva aconteceu na tarde desta terça-feira (11).

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Segundo Hugo Motta as narrativas levantadas que indicavam que as alterações no PL Antifacção enfraqueceria a Polícia Federal são inverídicas O presidente da casa conversou com o diretor geral da Polícia Federal e almoçou com o Ministro da Justiça para esclarecer esse ponto.

De acordo com o presidente da Câmara, o papel da Polícia Federal e a soberania brasileira são inegociáveis. Motta defendeu a relatoria de Derrite alegando que a matéria não pode ser considerada palco político de um ou de outro lado e falou sobre expectativa para a votação do projeto.

“Nossa expectativa é até amanhã construir o diálogo com as lideranças da casa e quem sabe votar no plenário”, finaliza Hugo Motta.

O relator do projeto, o deputado Guilherme Derrite, também falou sobre o novo parecer do texto, divulgado na noite da última segunda-feira (10).

“Quero crer que foi um equívoco de interpretação do substitutivo”, diz Derrite.

De acordo com Derrite, a pena de um crime de terrorismo no Brasil seria de 12 a 30 anos e no texto proposto, um criminoso membro de facção terá pena de 20 a 40 anos.

“Vai ser mais grave praticar essas condutas do que um crime de terrorismo no Brasil”, conclui o relator do projeto.

Derrite ainda reforçou que está aberto para receber propostas de emendas, sugestões alterações de todos os lados políticos para aprimorar o texto.

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