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Irã afirma ter abatido mais de 160 drones e caças de última geração dos EUA

General Alireza Elhami declara que sistemas de defesa interceptaram caças de quinta geração e mísseis de cruzeiro; agência Tasnim cita destruição de modelos MQ-9 e Hermes

Da redação
DA REDAÇÃO

04/04/2026 • 10:46 • Atualizado em 04/04/2026 • 10:46

Agência iraniana Tasnim divulga fotos de drones destruídos

Agência iraniana Tasnim divulga fotos de drones destruídos

Morteza Salehi/Tasnim Agency

De acordo com informações da agência estatal iraniana Tasnim, o brigadeiro-general Alireza Elhami, chefe da Defesa Aérea do Irã, afirmou que as forças do país neutralizaram diversas ameaças aéreas em meio à escalada de tensões na região. O comandante afirmou que as unidades de defesa interceptaram e destruíram mais de 160 drones, além de caças avançados e mísseis de cruzeiro.

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Durante uma inspeção técnica às posições de defesa do Exército e da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), Elhami detalhou que, entre as aeronaves não tripuladas abatidas, figuram modelos de alta tecnologia, como o MQ-9 (de fabricação americana), Hermes e LUCAS.

O general destacou que o abate de caças de quarta e quinta geração foi possível graças à "expertise tática e ao uso inovador de equipamentos modernos", alegando que a precisão iraniana teria causado confusão entre as forças inimigas.

Segundo as informações divulgadas pela Tasnim, as operações de interceptação teriam ocorrido antes que as forças opositoras conseguissem executar ataques ofensivos. Elhami classificou a capacidade bélica dos adversários como "propaganda ilusória" e reforçou que toda a rede de defesa — unindo Exército e IRGC — permanece em alerta máximo. "A rede de defesa aérea está unida e comprometida com a proteção do espaço aéreo iraniano a todo custo", afirmou o brigadeiro-general.

Contexto do conflito

A atual crise militar intensificou-se após os Estados Unidos e Israel iniciarem uma campanha de larga escala contra o território iraniano. As ações foram desencadeadas após o assassinato do Líder da Revolução Islâmica, o Aiatolá Seyed Ali Khamenei, e de comandantes militares em 28 de fevereiro.

Os bombardeios atingiram tanto alvos militares quanto infraestruturas civis, resultando em um alto número de vítimas. Em contrapartida, as Forças Armadas do Irã têm realizado operações retaliatórias com ondas de mísseis e drones direcionados a bases regionais e posições em territórios ocupados.

Com informações da Tasnim Agency

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