Jogada de um penhasco, arrastada pela marginal. Espancada com 61 socos em um elevador. Como esquecer os casos absurdos que ganharam as manchetes? Mas pra cada caso chocante, existem outras milhares de mulheres que não se tornam notícia. Mas viram estatística.
Vítimas que morrem sem amparo. E outras tantas que vivem escondidas como se elas fossem as criminosas. Enquanto os bandidos dormem em paz, noticiar tanta dor e impunidade gera muita angústia.
Mas quando a gente vê que 61% dos brasileiros compreendem a gravidade da violência contra mulheres, entendemos que estamos no caminho certo. Ajudando a construir um não coletivo à brutalidade. Isso traz esperança.
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