Jornal da Band

Chuva dá alívio no Sul, mas frio intenso volta com risco de geada

Depois de uma pausa nas temperaturas baixas, o Sul volta a esfriar, com previsão de geada no interior gaúcho e do fenômeno da chuva congelada nas serras Gaúcha e Catarinense

Da redação
DA REDAÇÃO

02/07/2026 • 21:03 • Atualizado em 02/07/2026 • 21:03

A chuva dá um alívio no Sul do país, mas o frio intenso está de volta. A previsão é de geada pela manhã no interior do Rio Grande do Sul, enquanto as serras Gaúcha e Catarinense podem registrar um fenômeno chamado chuva congelada quando a precipitação se solidifica ao entrar em contato com superfícies muito frias.

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O retorno das baixas temperaturas marca o cenário meteorológico após os últimos dias de instabilidade na região. Entre Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, o tempo é influenciado por uma frente fria vinda do oceano. Há previsão de chuva forte para o litoral de São Paulo e do Ceará, além de risco de temporal em Natal e também no Amazonas, no Acre, em Macapá e em Boa Vista.

No mar, o alerta é de ressaca, com ondas de até quatro metros, do Chuí, no extremo sul do Rio Grande do Sul, até a cidade de Macaé, no litoral do Rio de Janeiro. A agitação marítima exige atenção de moradores e frequentadores da orla ao longo de todo o trecho.

Nas capitais, o dia é de virada no tempo para os paulistanos, com chuva mansa no fim da tarde e máxima de 23°C. Porto Alegre fica sem chuva, mas com mínima de 5°C, um dos termômetros mais baixos entre as capitais. Campo Grande tem sol e máxima de 24°C. O Rio de Janeiro registra pancadas de chuva e 27°C, enquanto Belém chega aos 32°C.

O retorno do frio se encaixa no padrão previsto para julho, primeiro mês completo do inverno. A passagem frequente de frentes frias, somada a um Oceano Atlântico mais aquecido, deve favorecer chuvas acima da média em boa parte da Região Sul, além de áreas do Mato Grosso do Sul e do interior de São Paulo.

Ao mesmo tempo, as temperaturas do mês tendem a terminar acima do normal em grande parte do país, especialmente no Brasil Central. Ainda assim, uma ou duas massas de ar polar mais intensas devem provocar novas quedas acentuadas até o fim do mês, principalmente no Centro-Sul.