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Inquérito da morte de cão Orelha tem inconsistências segundo MP de SC

O entendimento do MP é que são necessários mais esclarecimentos e maior precisão na reconstrução dos acontecimentos

Por Redação
REDAÇÃO

07/02/2026 • 19:31 • Atualizado em 07/02/2026 • 19:31

Cão Orelha

Cão Orelha

Reprodução

Resumo

O Ministério Público de Santa Catarina identificou inconsistências no inquérito sobre a morte do cão Orelha, solicitou novas diligências à Polícia Civil e destacou a necessidade de mais esclarecimentos e precisão na reconstrução dos fatos.

A análise do inquérito foi feita por promotorias das áreas criminal e da infância e juventude, que também pediram a ampliação da investigação sobre familiares de adolescentes acusados de coagir um porteiro, enquanto três adultos já foram indiciados por coação e a Polícia Civil ainda não se manifestou sobre os pedidos.

O inquérito policial detalha o trajeto do animal, apresenta trocas de mensagens entre moradores, solicita internação do adolescente suspeito e apreensão de seu passaporte, enquanto a defesa questiona a investigação por falta de imagens da agressão e existência de vídeo mostrando o cachorro após o suposto crime, e o veterinário aponta golpe contundente na cabeça sem perícia no corpo do animal.

O Ministério Público de Santa Catarina apontou inconsistências no inquérito que investiga a morte do cão Orelha e vai pedir novas diligências à Polícia Civil.

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O inquérito policial sobre a morte do cão Orelha foi analisado por duas promotorias do MP de Santa Catarina. Uma da área da infância e juventude e outra da área criminal.

O entendimento do MP é que são necessários mais esclarecimentos e maior precisão na reconstrução dos acontecimentos.

A promotoria também quer a ampliação da investigação em relação aos familiares de adolescentes acusados de coagir um porteiro. Três adultos foram indiciados por coação. A Polícia Civil ainda não se manifestou sobre o pedido do MP.

No inquérito, a polícia traça todo o trajeto do animal e mostra trocas de mensagens de moradores e pede a internação do adolescente apontado como responsável pela agressão.

O veterinário que atendeu o cão Orelha diz que ele sofreu um golpe contundente na cabeça que poderia ter sido causado por um chute ou um objeto como madeira ou uma garrafa, mas o corpo do animal não passou por perícia.

A defesa do adolescente questiona o inquérito, já que não ha imagens da agressão e um vídeo mostra o cachorro andando normalmente depois do horário que ela teria acontecido.

A polícia pediu à justiça a apreensão do passaporte do adolescente para evitar o risco de fuga.

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