O dólar fechou mais um dia abaixo dos R$ 5, o que representa um alívio para o brasileiro. Ele não consegue evitar a alta de preços, provocada pela disparada do petróleo, mas ameniza, segundo a colunista de economia do Jornal da Band, Juliana Rosa.
A moeda americana, que tem ficado abaixo dos R$ 5 desde o início da semana, o que não acontecia desde março de 2024, fechou esta quarta-feira (15) a R$ 4,99.
A bolsa de valores de São Paulo caiu 0,46% hoje, mas depois de vários recordes, e o petróleo segue contigo, a US$ 94 (cerca de R$ 470) o barril. “O clima é de cautela, mas com a percepção de que aumentam as chances de avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã”, avalia Juliana Rosa.
“O Brasil vem se beneficiando desse cenário de incerteza. Está recebendo mais investimentos estrangeiros. Por isso, é importante passar a mensagem de que é seguro investir aqui."
Meta das contas públicas
Com esse cenário, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que, mesmo com o governo gastando com medidas para amenizar os impactos da guerra, não cogita mudar a meta do superávit das contas públicas e aumentou a meta para o ano que vem.
“O desafio é grande, tem tido muitas exceções à regra. Governo, congresso e judiciário gastam demais. É urgente frear o aumento da dívida do país, que vem sendo um freio para um crescimento maior”, diz Juliana Rosa.


