O dia dos pré-candidatos à Presidência foi marcado por agendas intensas e reações à operação da Polícia Federal deflagrada na quinta-feira (18), contra o senador Jaques Wagner (PT-BA).
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cumpriu agenda em Minas Gerais, passando por Belo Horizonte e Divinópolis, onde realizou anúncios voltados para o Sistema Único de Saúde (SUS) e inaugurou um hospital universitário. Esta foi a sua primeira aparição pública após a operação da PF contra o líder do governo no Senado.
Durante um discurso de quase 30 minutos, Lula abordou diversos temas, incluindo comentários informais sobre a convocação de Neymar para a seleção, mas não fez qualquer referência às suspeitas contra Wagner. Ao final do evento, o presidente foi questionado por jornalistas sobre a situação do senador, mas optou por não responder.
Outros pré-Candidatos
Enquanto Lula focava em Minas Gerais --estado considerado decisivo onde o petista ainda busca consolidar um candidato ao governo--, outros nomes da corrida presidencial também se movimentaram:
Ronaldo Caiado (PSD): Em agenda com empresários no interior de São Paulo, o ex-governador de Goiás criticou duramente o governo, afirmando que "o DNA do PT" está ligado a problemas de corrupção e que a operação contra Wagner não foi uma surpresa;
Flávio Bolsonaro (PL): Manteve-se em São Paulo para reuniões internas e concedeu entrevista a um canal de televisão;
Romeu Zema: O governador de Minas Gerais e pré-candidato pelo partido Novo esteve em Pernambuco, onde concedeu entrevistas a rádios locais;
Renan Santos: O pré-candidato do grupo Missão cumpriu agenda no interior do Pará.
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