O secretário de São Caetano do Sul, Mauro Chekin, não entende nada de inclusão. Agora ele também não entende o que é esporte.
Minha filha nasceu com uma síndrome ortopédica rara. Mesmo com deficiência na perna e nos pés, dançou balé usando tênis. Lutou judô cambaleando no tatame e jogou vôlei, com 7 dedos nas mãos.
Minha filha não ganhou medalhas, não subiu no pódio. Ela ganhou algo muito mais importante: confiança. Coragem!
Para crianças com deficiência mais graves, o esporte pode representar a chance de conseguir levar um garfo a boca, de sentar, de olhar para o horizonte. E, com absoluta certeza, é a melhor oportunidade para sorrir.
Qualquer que seja a deficiência, ninguém pode roubar de uma pessoa o direito de tentar. Felizmente todos os dias professores de educação física dignos estão dizendo aos seus alunos com deficiência.
Força campeão... Força campeã. Parabéns! Minha filha ouviu essa frase e fez toda diferença. Isso é esporte, secretário.
Fique bem informado!
Receba gratuitamente as notícias mais importantes do dia direto no seu e-mail
Escolha quais newsletters quer receber


