Jornal da Band

Senado precisa interromper aprovação quase automática de indicados ao STF

O apresentador do Jornal da Band, Eduardo Oinegue, falou sobre a decisão de Gilmar Mendes que torna ainda mais difícil o impeachment de ministros do Supremo

Por Redação
REDAÇÃO

03/12/2025 • 20:02 • Atualizado em 03/12/2025 • 20:02

Eduardo Oinegue

A decisão do ministro Gilmar Mendes, que torna ainda mais difícil o impeachment de ministros do Supremo, aumenta a responsabilidade do Senado, a quem cabe aprovar as indicações presidenciais para o STF.

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Do nosso primeiro presidente civil, no final do século 19, até hoje, foram mais de 140 indicações - e o Senado aprovou todos. Será que os presidentes, desde Prudente de Moraes, só indicaram juristas de primeira para o Supremo? Nenhum nome meia boca? Só nomão?

Nos Estados Unidos, dos 165 nomes indicados pela Casa Branca para a Suprema Corte, 37 dançaram. 11 por decisão dos presidentes, que desistiram diante a reação ruim ao nome - e 26 caíram no Senado.

As autoridades americanas deveriam mandar uma missão para estudar a excelência brasileira

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