Uma patente, muitos privilégios. Banho na cena do crime, apoio do desembargador amigo. Tapinha nas costas na chegada ao presídio militar. E o governador de São Paulo? Silêncio. Nem uma palavra sobre nenhum desses absurdos.
Tarcísio de Freitas só falou sobre o caso 34 dias depois do assassinato, cobrado pelos jornalistas! Aí vem o escárnio. Aposentadoria integral para Geraldo Rosa Neto. Relâmpago. Em 7 dias! Só faltou escrever no diário oficial: querido réu, seu desejo é uma ordem!
E para família da soldado Gisele? Silêncio. Nenhum telefonema. Nem do governador. Nem do secretário de segurança, nem do comandante da PM.
A pensão para filha só saiu depois da pressão do jornalismo da Band. Mas a palavra solidariedade tá lá nas notas oficiais. Bem surrada. Só que solidariedade, governador Tarcísio, exige olho no olho, respeito. Que solidariedade é essa que esquece a vítima e protege o criminoso?
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