Resumo
Uma onda de calor extrema provocada por uma bolha de calor sobre o Paraguai e norte da Argentina deve elevar as temperaturas no centro-sul do Brasil, com registros acima de 40°C em algumas regiões.
Áreas do oeste e sul de Mato Grosso do Sul, toda a faixa oeste da Região Sul, incluindo Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, além do centro-oeste e norte do interior de São Paulo, serão as mais afetadas pelo aquecimento.
Regiões próximas à fronteira com Paraguai e Argentina, especialmente oeste gaúcho, oeste catarinense e paranaense, sul e Pantanal de Mato Grosso do Sul, podem registrar temperaturas entre 35°C e 38°C até o fim de semana, mas a previsão indica retorno da chuva e redução do calor no início de abril.
Uma onda de calor extrema deve atingir o centro-sul do país nos próximos dias. Em algumas regiões os termômetros devem ultrapassar os 40°C. O motivo é uma bolha de calor sobre o Paraguai e o norte da Argentina que impactará o clima no Brasil.
Esse sistema favorece o aquecimento do ar e avança sobre o território brasileiro, elevando as temperaturas principalmente em áreas do oeste e sul de Mato Grosso do Sul, além de toda a faixa oeste da Região Sul, incluindo o oeste do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, e também no centro-oeste e norte do interior de São Paulo.
As áreas mais próximas da fronteira com o Paraguai e com o norte da Argentina devem sentir os efeitos mais intensos desse aquecimento.
Regiões como o oeste gaúcho, oeste catarinense e paranaense, além do sul e Pantanal de Mato Grosso do Sul, podem registrar temperaturas máximas entre 35°C e 38°C até o fim de semana, não se descartando valores pontualmente ainda mais elevados.
Esse cenário reforça a sensação de calor intenso e abafamento, principalmente durante as tardes. A previsão indica que, já ao longo da próxima semana, entre o fim de março e o início de abril, a chuva volta a se espalhar por áreas do centro-sul do Brasil.
Com isso, a maior presença de nebulosidade e pancadas de chuva tende a impedir a manutenção de temperaturas tão elevadas quanto as observadas no último fim de semana de março de 2026.
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