A polícia investigou uma ameaça de bomba feita à casa do irmão do Papa Leão XIV, John Prevost, em Chicago, nos Estados Unidos, na noite desta quarta-feira (16). Não foram encontrados materiais explosivos após uma varredura.
Segundo agências de notícias internacionais, Prevost mora na mesma rua citada pela polícia como local do ataque. A suspeita ocorreu após um telefonema à polícia dizendo que tinha uma bomba na casa do irmão do papa.
A ameaça ocorre após o presidente Donald Trump atacar no domingo o papa Leão XIV, o primeiro papa dos EUA, por sua crítica à guerra no Irã. O papa é de Chicago.
Donald Trump voltou a provocar o papa Leão XIV na madrugada desta quarta-feira (15). O presidente dos Estados Unidos pediu, de forma irônica, que o pontífice fosse informado dos, segundo ele, "42 mil manifestantes inocentes e desarmados" mortos pelo Irã "nos últimos dois meses".
Donald Trump voltou a provocar o papa Leão XIV na madrugada desta quarta-feira (15). O presidente dos Estados Unidos pediu, de forma irônica, que o pontífice fosse informado dos, segundo ele, "42 mil manifestantes inocentes e desarmados" mortos pelo Irã "nos últimos dois meses".
Troca de farpas
A declaração adiciona mais um capítulo à briga entre o republicano e o líder da Igreja Católica, iniciada no último domingo (12), após Trump dizer que o papa deveria "parar de ceder à esquerda radical".
A declaração adiciona mais um capítulo à briga entre o republicano e o líder da Igreja Católica, iniciada no último domingo (12), após Trump dizer que o papa deveria "parar de ceder à esquerda radical".
"Alguém pode dizer para o papa Leão que o Irã matou ao menos 42 mil manifestantes inocentes e desarmados nos últimos dois meses, e que o Irã ter uma bomba nuclear é completamente inaceitável? Agradeço a atenção", escreveu em suas redes sociais, continuando com o já tradicional encerramento: "os Estados Unidos estão de volta".
Nos últimos dias, Trump intensificou suas críticas a Leão XIV, chamando-o de "fraco no combate ao crime e péssimo em política externa".
O primeiro papa americano da história respondeu: "(Jesus) não escuta as orações daqueles que fazem guerras, mas as rejeita, dizendo: 'Ainda que façais muitas orações, não ouvirei: as vossas mãos estão cheias de sangue'", declarou, citando a Bíblia.
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