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Prefeitura decreta caducidade em contratos e assume ônibus da Transwolff

Empresa é investigada por suspeita de ligação com o PCC. Gestão dos ônibus passam para a SPTrans, que já é responsável pela companhia desde abril de 2024

Da redação
DA REDAÇÃO

05/12/2025 • 07:55 • Atualizado em 05/12/2025 • 07:55

Transwolff

Transwolff

Transwolf/Facebook

A prefeitura de São Paulo decretou a caducidade dos contratos com a concessionária de ônibus Transwolff. A empresa é investigada por suspeita de ligação com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

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Com isso, os contratos foram rompidos e a gestão e administração da empresa passam para a SPTrans, que já é responsável pela companhia desde o início da intervenção, em abril de 2024. A medida foi publicada do Diário Oficial do município nesta sexta-feira (5). “A operação dos ônibus segue mantida, sem qualquer prejuízo para a população. A Prefeitura manterá o emprego dos trabalhadores, assim como o pagamento de salários e benefícios, além de honrar o compromisso com os fornecedores”, informou a gestão de Ricardo Nunes.

A operação dos ônibus seguirá rigorosamente a mesma para os cerca de 555 mil passageiros das 133 linhas. A empresa estava sob intervenção por decisão judicial, após ação do Ministério Público.

A substituição da Transwolff foi anunciada em janeiro de 2025 pela prefeitura. Em julho de 2025, um grupo de trabalho foi criado para estudar a possibilidade da transferência dos direitos dos contratos de concessão para outra empresa.

“Por não cumprir obrigações e termos contratuais, a administração municipal decidiu decretar a caducidade dos contratos para dar continuidade à prestação de serviço da população, já que a empresa está impedida de operar”, informou.

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