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Temporais no Rio Grande do Sul deixam um morto e três desaparecidos

Pelo menos 22 cidades gaúchas sofrem impactos severos com temporais; naufrágio na Lagoa dos Patos deixa um morto e três desaparecidos

Da redação
DA REDAÇÃO

03/05/2026 • 13:53 • Atualizado em 03/05/2026 • 13:53

Temporais atingem o Rio Grande do Sul

Temporais atingem o Rio Grande do Sul

Reprodução/Band

As fortes chuvas que atingiram o Rio Grande do Sul provocaram estragos severos e perdas humanas em diversas regiões do estado. De acordo com o balanço consolidado das autoridades locais, pelo menos 22 municípios foram duramente afetados pelo grande volume de água. O impacto climático resultou em centenas de pessoas fora de suas casas e mobilizou equipes de resgate para a busca de desaparecidos em áreas críticas. Além disso, foi registrada pelo menos uma morte e três desaparecimentos.

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Em Rosário do Sul, a situação foi alarmante devido ao transbordamento de cursos d'água, o que causou alagamentos em diversas residências.

A prefeitura e a Defesa Civil contabilizaram mais de 500 pessoas desalojadas no município. Os moradores atingidos receberam assistência em abrigos públicos enquanto o nível da água permanecia elevado nas áreas urbanas e rurais da cidade.

Naufrágio e operações de busca em Pelotas

O cenário de tragédia se estendeu ao Sul do estado, especificamente em Pelotas. Na região da Lagoa dos Patos, as condições climáticas adversas provocaram o naufrágio de uma embarcação de pesca.

O acidente resultou na morte de um pescador, cujo corpo foi localizado pelas equipes de salvamento. Segundo os relatos oficiais, outras três pessoas que estavam no barco continuaram desaparecidas após o incidente. As operações de busca foram intensificadas na região, apesar das dificuldades impostas pelo tempo instável e pela visibilidade reduzida.

Além do Rio Grande do Sul, o clima severo também gerou consequências letais em outras partes do país. Registros indicaram que seis mortes ocorreram em Pernambuco em decorrência das condições meteorológicas extremas, o que evidenciou a amplitude dos sistemas de baixa pressão que atuaram no território nacional.

A passagem do temporal pelo território gaúcho destruiu infraestruturas e deixou rastro de lama em bairros inteiros. Autoridades recomendaram que a população em áreas de risco permanecesse atenta aos alertas da Defesa Civil e evitasse a travessia de pontos alagados.

O governo estadual monitorou os níveis dos rios e coordenou o envio de mantimentos e kits de higiene para as famílias que perderam seus pertences durante as inundações. No fechamento do balanço, as equipes de engenharia iniciaram a avaliação dos danos em pontes e estradas para viabilizar o fluxo de suprimentos às cidades isoladas.

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