
Transwolff é acusada de ter relação com o PCC
Reprodução/Jornal da Band
A Transwolff negou qualquer ligação com o crime organizado e afirma que as acusações de envolvimento da companhia ou de seus representantes com atividades ilícitas não possuem fundamento. A manifestação ocorre em meio às investigações que apontam a empresa como um suposto braço de lavagem de dinheiro para a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) na capital paulista.
Em nota oficial, a direção da Transwolff ressalta que segue se defendendo nas instâncias competentes e mantém uma postura de colaboração com as autoridades responsáveis pelo caso.
A defesa da transportadora busca reverter o cenário atual, que resultou no rompimento do contrato com a Prefeitura de São Paulo para a operação de linhas de transporte público na cidade.
Desdobramentos da investigação e prisões
Mesmo com a negativa da empresa sobre irregularidades em sua estrutura administrativa, o caso ganha novos capítulos no âmbito policial. A Corregedoria da Polícia Militar efetuou a prisão de três policiais militares nesta quarta-feira, sob a suspeita de terem prestado serviços de segurança particular para o dono da viação entre os anos de 2020 e 2024.
As apurações indicam que a atuação desses agentes não se limitava apenas à escolta pessoal. Segundo os dados coletados, os policiais militares também participariam da gerência da companhia que administrava as linhas de transporte da capital.
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