Band Jornalismo

Vídeo mostra momento em que segurança é morto por colega em prédio de SP

Nos registros, é possível ver o agressor indo para cima do Elizeu com uma faca na mão. A vítima tenta convencer o criminoso a não realizar a ação, mas não teve sucesso

Por Redação
REDAÇÃO

25/03/2026 • 12:16 • Atualizado em 25/03/2026 • 12:16

Resumo

Imagens de câmeras de segurança mostram o assassinato do segurança Elizeu de Souza Cardoso, morto por um colega em frente a um condomínio de luxo em Moema, São Paulo, após um desentendimento por uma vaga de estacionamento.

Registro policial informa que Elizeu foi golpeado no peito por uma faca durante a troca de turno; o agressor fugiu do local e segue foragido, enquanto testemunhas relataram comportamento atípico do autor antes do crime.

Investigação aponta conflito recorrente entre os dois funcionários terceirizados, motivado pelo pedido de Elizeu para reservar uma vaga, que era negado pelo colega, sob justificativa de se tratar de área comum.

Novas imagens mostram o momento em que um segurança, identificado como Elizeu de Souza Cardoso, é morto por um colega de trabalho em frente a um condomínio de luxo em Moema, na Zona Sul de São Paulo. A motivação do crime foi um desentendimento por uma vaga de estacionamento.

Compartilhar

Nos registros, é possível ver o agressor indo para cima do Elizeu com uma faca na mão. A vítima tenta convencer o criminoso a não realizar a ação, mas não teve sucesso.

As imagens gravadas por câmeras de segurança mostram o momento da facada sofrida pelo segurança. Elizeu aparece com a mão no peito, tentando se manter em pé e procurar ajuda. Mas, ele não resistiu e acabou morrendo no local. O criminoso fugiu do local e segue foragido.

Relembre o caso

Os dois homens eram funcionários de uma empresa terceirizada que realiza o controle de entrada e saída de veículos no condomínio. Elizeu encerrava seu expediente, que ocorria das 6h às 18h, quando foi rendido pelo agressor, de 41 anos.

Ao chegar ao endereço, a Polícia Militar encontrou a vítima caída na escada do prédio, já sem vida. O boletim de ocorrência indica que Elizeu foi golpeado no peito durante o entrevero.

Testemunhas relataram que o autor do crime apresentava um comportamento atípico ao chegar para o trabalho, mantendo-se reservado e proferindo poucas palavras antes de iniciar a discussão na guarita externa.

A investigação aponta que o conflito entre os dois profissionais era recorrente. Elizeu utilizava seu carro particular para se deslocar ao trabalho e costumava solicitar ao colega que reservasse uma vaga na via pública em frente ao prédio.

O agressor, que utilizava transporte público e trabalhava no local há cinco anos, recusava-se a guardar o espaço, alegando tratar-se de uma área comum onde qualquer pessoa poderia estacionar.