Nesta sexta-feira (12), os Estados Unidos entraram no terceiro dia da caçada ao atirador que matou o ativista Charlie Kirk durante um debate com alunos de uma universidade de Utah. O suspeito disparou contra a vítima de um telhado e fugiu por um bairro residencial.
Câmeras de segurança mostram o atirador pulando do telhado logo após o ataque. Segundo informações da polícia, ele estava a 130 metros de distância de Kirk.
O homem, que ainda não foi identificado, aparenta ter entre 18 e 20 anos. O FBI ofereceu 100 mil dólares para quem der pistas que levem ao assassino de Kirk.
Ainda não se sabe a motivação do crime, mas ao que tudo indica se trata de mais um episódio de violência política no país, que vem crescendo expressivamente. De janeiro a julho deste ano foram registrados 150 casos de violência política no território americano, o dobro em relação ao mesmo período do último ano, segundo uma pesquisa da Universidade de Maryland.
Como ocorreu o crime?
Charlie Kirk foi baleado no pescoço enquanto discursava com alunos em um evento em uma universidade de Utah. Após ser atingido pelo disparo, ele cai no chão e milhares de pessoas começam a correr para sair do local. Enquanto isso, as pessoas próximas ao ativista tentam salvá-lo. Antes de ser baleado, o ativista respondia uma pergunta sobre tiroteios em massa no país.
Kirk foi levado às pressas para o hospital, mas não resistiu ao ferimento. A morte foi confirmada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que declarou luto pela morte do ativista até o próximo domingo (14) no país.
O presidente disse que é um ‘momento sombrio para a América’ e acusou a esquerda da morte de Kirk.
Quem foi Charlie Kirk?
Charlie Kirk era o líder do Turning Point, principal grupo conservador jovem dos Estados Unidos. A organização costuma promover debates nas universidades americanas com viés conservador.
Além disso, Kirk era apoiador do presidente Donald Trump. Ele foi um dos entusiastas da invasão ao Capitólio, em 6 de janeiro de 2021.
Durante a pandemia da Covid, pagou por anúncios nas redes sociais com informações falsas sobre a vacinação contra a doença. Ele também era um negacionista das mudanças climáticas.
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