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Haddad é rejeitado por 47% dos eleitores na disputa pelo governo de SP

Novo levantamento do Datafolha aponta que 47% dos eleitores não votariam no petista, enquanto Tarcísio de Freitas registra 29% de rejeição

Da redação
DA REDAÇÃO

05/07/2026 • 08:18 • Atualizado em 05/07/2026 • 13:49

A disputa eleitoral pelo governo de São Paulo em 2026 apresenta cenários distintos quando analisada sob a ótica da rejeição. Segundo o levantamento divulgado pelo Datafolha neste domingo (5), o ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), aparece com 47% de rejeição, sendo o nome em que o eleitorado paulista afirma que não votaria de jeito nenhum no primeiro turno.

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O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), que lidera a corrida, possui uma rejeição de 29% entre os entrevistados. Na sequência, aparecem Carlos Machado (PCB) e Vera Lúcia (PSTU), ambos com 22% de rejeição, seguidos por Vivian Mendes (Unidade Popular), com 15%.

Veja os números:

  • Tarcísio de Freitas (Republicanos) - 46%
  • Fernando Haddad (PT) - 30%
  • Vera Lúcia (PSTU) - 5%
  • Carlos Machado (PCB) - 4%
  • Vivian Mendes (Unidade Popular) - 4%
  • Branco/nulo/nenhum - 8%
  • Não sabe - 3%

Critérios da pesquisa

O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouviu 1.608 pessoas entre quarta-feira (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número SP-01703/2026.

Perfil das respostas

Além dos índices mencionados, 3% dos entrevistados afirmaram votar em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos apresentados. Outros 3% declararam que rejeitam todos os nomes ou que não votariam em nenhum postulante, enquanto 5% não souberam responder ao questionamento sobre a rejeição.

Os dados de rejeição completam o quadro eleitoral divulgado pelo instituto. No cenário de intenções de voto para o primeiro turno, Tarcísio de Freitas aparece com 46%, enquanto Fernando Haddad soma 30%. Já em uma eventual disputa de segundo turno entre os dois principais nomes, o governador também mantém a dianteira, alcançando 53% das preferências contra 37% do petista, mantendo a estabilidade em relação aos números registrados no mês de março.