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Eleições

Flávio chama Lula de “irresponsável” por aplicar reciprocidade aos EUA

Candidato do PL diz que presidente pensa na eleição ao acionar Lei de Reciprocidade Econômica contra medidas do governo Trump

2 min

15/08/2026 15:38 • Atualizado há 68 dias

Flávio chama Lula de “irresponsável” por aplicar reciprocidade aos EUA

O candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) chamou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de "irresponsável" após o início do processo que pode levar à aplicação da Lei de Reciprocidade Econômica contra os Estados Unidos, em resposta ao tarifaço imposto pelo governo de Donald Trump, neste sábado (15), durante visita a uma padaria na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro.

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Críticas à reação do governo Lula

Na agenda de campanha, Flávio criticou a decisão do governo federal de acionar o mecanismo de reciprocidade na disputa comercial com Washington e afirmou que Lula contribuiu para tensionar a relação com o governo norte-americano.

Alguém que atirou pedras, provocou (os EUA) a todo o momento, xingou pessoas que são do governo americano, agrediu gratuitamente o governo americano

Segundo o candidato do PL, Lula se "apequenou" ao conduzir o processo e estaria colocando interesses eleitorais acima da condução da política externa.

Está pensando na eleição e não na nossa nação

Como avança o processo na Camex

Paralelamente às críticas, o Ministério das Relações Exteriores notificará o governo dos Estados Unidos e solicitará a abertura de consultas diplomáticas, em linha com o que prevê a Lei de Reciprocidade Econômica.

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A Secretaria-Executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex) já compartilhou o pleito com os demais integrantes do Comitê-Executivo de Gestão, que acompanham o caso.

Pelos prazos oficiais, a Secretaria-Executiva da Camex tem até 30 dias, prorrogáveis por mais 30, para preparar um relatório e indicar se a situação se enquadra nas hipóteses previstas na Lei da Reciprocidade.

O Comitê-Executivo de Gestão da Camex terá, então, mais 30 dias, também prorrogáveis por 30, para decidir sobre o enquadramento e indicar se o governo deve ou não aplicar as medidas previstas na legislação contra os Estados Unidos.

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Com informações do Estadão Conteúdo.