
Flávio Bolsonaro, senador e pré-candidato à Presidência
Raul Spinassé/Divulgação/Flávio Bolsonaro
A equipe de campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL) afirmou, nesta quinta-feira (13), que não conseguiu registrar sua candidatura à Presidência no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Agora, a campanha pretende acionar a Polícia Federal para resolver o problema.
Segundo a campanha, a inconsistência ocorre porque o sistema da Justiça Eleitoral aponta a filiação do parlamentar ao Partido Missão, em vez do PL.

Lançamento da candidatura
O Partido Liberal (PL) escolheu o senador Flávio Bolsonaro como candidato à Presidência do partido na disputa deste ano. O anúncio oficial foi feito ao final do discurso de Flávio na convenção nacional do PL, que aconteceu neste sábado (25) na capital paulista.
Durante a convenção, Flávio Bolsonaro disse que pode ser mais "calmo e moderado" que seu pai, mas, ainda assim, tem sangue de Bolsonaro. "Aqui tem sangue de Bolsonaro. O Brasil foi sequestrado e a gente vai libertar o nosso país desse cativeiro", disse. Ao se comparar com seu principal rival na disputa, o presidente Lula, Flávio disse que, enquanto estava presente na convenção, o filho de Lula está "escondido", temendo investigações sobre o escândalo do INSS.
Menções a Lula, ao pai e ao “sistema”
Flávio Bolsonaro também disse que todos acompanharam recentemente o "sofrimento" de seu pai e que, em breve, Jair Bolsonaro poderá estar junto da família. "Pai, você vai colocar a faixa presidencial em mim no ano que vem", disse Flávio, às lágrimas.
Segundo o senador, o "sistema" está tentando matar seu pai pela terceira vez agora, mantendo-o isolado e sem comunicação. A primeira vez, segundo ele, foi no episódio da facada em Juiz de Fora (MG), durante a campanha de 2018, e a segunda, quando seu pai foi preso no ano passado.
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