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Política

Zema defende que voto impresso seja complemento da urna eletrônica

Ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência ponderou que comprovante escrito de voto pode "melhorar a confiabilidade"

2 min

22/07/2026 22:28 • Atualizado há 93 dias

Zema defende que voto impresso seja complemento da urna eletrônica

O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) defendeu nesta terça-feira (21) a adoção de comprovante impresso na urna eletrônica. Fala foi proferida em encontro com embaixadores estrangeiros em Brasília.

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A declaração de Zema ocorreu em reação a críticas do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), também pré-candidato à Presidência, ao sistema de votação.

Flávio pediu que os países representados enviem "a maior quantidade de observadores possíveis" para acompanhar as eleições e repetiu informação falsa sobre as urnas brasileiras. Nesta quarta-feira (22), o PT protocolou uma ação no TSE contra o pré-candidato do PL. O partido o acusa de promover desinformação sobre o processo eleitoral.

Zema diz que urna eletrônica é confiável

O ex-governador afirmou ter sido eleito e reeleito pela urna eletrônica e disse considerar o sistema atual confiável. "Tudo que puder ser feito para melhorar a confiabilidade é bom, principalmente comprovante escrito", afirmou em conversa com jornalistas segundo o Poder 360. A fala ocorreu em evento organizado pelo Grupo Voto.

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Zema defendeu que uma amostra das urnas emita comprovante impresso, lacrado junto ao registro eletrônico, para conferência posterior entre os dois formatos.

A fala de Flávio Bolsonaro sobre urnas

Em seu discurso, Flávio afirmou que um documento da CIA apontou manipulação nas eleições venezuelanas de 2010 e associou o episódio a máquinas usadas no Brasil.

"Uma das suspeitas é que uma empresa chamada Smartmatic, de origem venezuelana, uma das suspeitas é que tenha havido uma programação para alteração das votações naquele país nas eleições de 2010", disse. "Só para deixar registrado que muitas dessas máquinas que são utilizadas nas eleições brasileiras têm a mesma origem dessa empresa venezuelana", afirmou.

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A informação é falsa. Em 2020, o TSE já havia negado o uso de equipamentos da Smartmatic no sistema eleitoral brasileiro.

*Com informações de Estadão Conteúdo.

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