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Grande Otelo, eterno Macunaíma

Apesar das inúmeras contribuições às artes de Sebastião Bernardes de Souza Prata, o Grande Otelo, poucas homenagens são tributadas à ele.

Por Redação
REDAÇÃO

19/01/2026 • 15:36 • Atualizado em 19/01/2026 • 15:36

Grande Otelo

Grande Otelo

Grande Otelo, Ruth de Souza e Oscarito - Blog do Milton Parron

Até o Teatro Grande Otelo, construído em 1966 em sua cidade natal, Uberlândia, está fechado há mais de 10 anos. Grande Otelo, lembrado pelos papeis humorísticos e por algumas músicas compostas por ele, também foi um bravo lutador contra os preconceitos, uma luta tão grande quanto sua colaboração para a sétima arte. Quando conseguiu ingressar no mundo artístico, depois de muita luta, Sebastião Prata transformou-se em sucesso e nunca mais voltou ao anonimato até morrer, em Paris, no dia 26 de novembro de 1993 aos 78 anos de idade. Por mais de 60 anos ele foi protagonista de filmes, novelas e peças teatrais. Por ser extremamente criativo, deu muito trabalho aos colegas com os quais contracenava e, principalmente, aos diretores de seus filmes. Indisciplinado, para desespero geral quase sempre improvisava as situações desrespeitando os textos e as marcações em cena. Quem ganhava era o público!

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