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Abel critica demissões, mas é rebatido por "soberba" e "fazer média"

Técnico do Palmeiras analisa saída de Filipe Luís, mas tem seu próprio discurso colocado em xeque ao ser lembrada sua reação destemperada após derrota para o Novorizontino, seu adversário na final.

Por Redação
REDAÇÃO

03/03/2026 • 21:14 • Atualizado em 03/03/2026 • 21:14

Na coletiva oficial da final do Campeonato Paulista, o técnico do Palmeiras, Abel Ferreira, foi questionado sobre a demissão de Filipe Luís no Flamengo e aproveitou para criticar a "cultura" do futebol brasileiro, onde um treinador "ganha duas Libertadores e é o melhor do mundo, e porque não ganha um título é o pior do mundo". Abel questionou a lógica dos dirigentes que baseiam suas decisões apenas em resultados imediatos.

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No entanto, a fala do treinador, tida como ponderada, foi duramente confrontada durante o debate esportivo. Analistas apontaram uma contradição entre o discurso "humilde" na coletiva e o comportamento "soberbo" e "arrogante" de Abel após as derrotas, quando costuma culpar a arbitragem e menosprezar os adversários.

A memória curta: a derrota para o Novorizontino

Para ilustrar a "dupla personalidade" de Abel, foi resgatada sua entrevista após a derrota por 4 a 0 para o próprio Novorizontino, na primeira fase do campeonato. Na ocasião, ele afirmou que seu time, quando não compete, pode perder "até para uma equipe da 5ª Divisão", em um claro menosprezo ao adversário, que joga a Série B e é o time de melhor campanha no Paulistão.

"Aí eu não acredito nesses caras, sabe? É uma fazeção de média desgraçada", criticou o Craque Neto, lembrando outros episódios em que Abel desrespeitou profissionais da imprensa e da arbitragem. A análise conclui que, enquanto o discurso de Abel na frente dos microfones é coerente, suas atitudes no calor do jogo revelam uma outra faceta.

Campanhas idênticas e a final fora de casa

A final entre Palmeiras e Novorizontino coloca frente a frente as duas melhores equipes da primeira fase, que chegam com campanhas rigorosamente idênticas: sete vitórias, um empate e duas derrotas. O critério de desempate que dá ao time do interior a vantagem de decidir em casa é o saldo de gols.

O primeiro jogo da decisão acontece nesta quarta-feira, na Arena Barueri, já que o Allianz Parque ainda não estará pronto. A arbitragem também foi definida: Matheus Candançan apita o jogo de ida, e Flávio Rodrigues de Souza comanda a grande final no domingo, em Novo Horizonte. Para o confronto, o Palmeiras deve ter o retorno do volante Emiliano Martínez entre os relacionados.

*Texto gerado por IA e revisado pela equipe band.com.br