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Ancelotti dá pistas sobre lateral e Vini adota tom contido antes da estreia

Treinador indica preferência por Roger Ibañez na ala direita para conter a velocidade de Marrocos; na coletiva, Vinícius Júnior foge do individualismo e foca no hexa.

Da redação
DA REDAÇÃO

12/06/2026 • 21:46 • Atualizado em 12/06/2026 • 21:46

A preparação da Seleção Brasileira para a estreia na Copa do Mundo de 2026 segue agitando os bastidores em Nova Jersey. O correspondente Alexandre Praetzel trouxe detalhes diretamente do MetLife Stadium sobre o encerramento das entrevistas coletivas do técnico Carlo Ancelotti e do atacante Vinícius Júnior. Na bancada do programa Os Donos da Bola, os integrantes fixos Luis Fabiani, Ewerton Ramos e Leandro Guerreiro, junto a Nivaldo de Cillo, repercutiram as principais declarações e desenharam o cenário para o confronto contra Marrocos.

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O principal fato tático da coletiva envolveu a lateral direita, posição desfalcada após a séria lesão de Wesley. Ancelotti revelou que a escolha pelo volante Éderson na lista de convocados abriu margem para utilizar defensores mais físicos no setor. O comandante italiano deu fortes indícios de que Roger Ibañez deve começar como titular na vaga, superando a concorrência do experiente Danilo Silva. A bancada aprovou a provável escolha, destacando que a velocidade e a capacidade de recomposição de Ibañez sem a bola serão fundamentais para conter o ritmo intenso e a correria do forte ataque marroquino.

Já na entrevista de Vinícius Júnior, o clima foi marcado por respostas curtas e um tom visivelmente contido. Questionado por Alexandre Praetzel se pretendia ser o grande craque do Mundial, o camisa 7 rechaçou o rótulo individual: "Não estou aqui para ser o melhor jogador da competição, estou aqui para fazer o Brasil ganhar e voltar ao topo". Os jornalistas interpretaram a postura como um reflexo de amadurecimento do elenco, que tenta se distanciar da soberba do passado após sofrer duras lições no ciclo. No comando de ataque, o debate na bancada indicou que Ancelotti deve manter o conservadorismo com Matheus Cunha entre os titulares, deixando a joia Endrick como opção imediata para incendiar a partida no segundo tempo.