A situação jurídica do ex-mandatário alvinegro agravou-se após novas revelações do Ministério Público de São Paulo.
O promotor Cássio Roberto Conserino solicitou à Justiça a instalação de tornozeleira eletrônica em Andrés Sanchez, além da apreensão do seu passaporte espanhol e a quebra do sigilo de registos telefônicos.
A base do pedido é o depoimento do conselheiro e atual secretário-geral do clube Antônio Jorge Rachid, que afirmou ter recebido ligações frequentes de Andrés. Uma das medidas cautelares impostas no ano passado proibia explicitamente o ex-presidente de comunicar com dirigentes do clube.
A investigação foca-se na utilização de cartões do Corinthians para gastos pessoais. Foram identificadas cerca de 200 compras entre 2018 e 2021, totalizando quase R$ 600 mil.
Andrés Sanchez já é réu no processo, mas o caso enfrenta percalços judiciais.
O processo chegou a ser suspenso devido a um pedido do MP para afastar a juíza do caso, alegando relação profissional entre ela e o advogado de Andrés. No entanto, o Tribunal de Justiça considerou que não havia suspeição.
A decisão sobre a tornozeleira eletrônica cabe agora à Justiça, que analisará a denúncia do MP. O processo pode demorar alguns dias para ter um desfecho oficial.
Vale lembrar que os ex-presidentes Duílio Monteiro Alves e Augusto Melo também são alvos de investigações neste mesmo contexto de uso dos cartões.
*Texto gerado por IA e revisado pela equipe band.com
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