A China criticou a decisão do governo de Donald Trump de vetar matrículas de estrangeiros em Harvard. A decisão do presidente dos Estados Unidos ocorre após a instituição não oferecer informações de estudantes com visto para estarem no país. Para o governo chinês, a decisão prejudica a imagem e a credibilidade dos Estados Unidos. A porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Mao Ning, disse que a cooperação entre China e os EUA é mutualmente benéfica e essa relação começou no século XIX. Além disso, a China se posicionou contra à 'politização' dos intercâmbios educativos e que rejeita ataques e difamações infundadas, em referência à secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, que acusou a universidade de fomentar a relação com o Partido Comunista Chinês. Segundo Noem, ela acusou Harvard de abrigar “violência, antissemitismo e coordenações com Partido Comunista Chinês em seu campus”. Em um comunicado, Harvard criticou duramente a decisão e disse ainda que ela fere a lei dos EUA. “Estamos totalmente comprometidos a manter a habilidade de receber estudantes internacionais e estudiosos de mais de 140 países que enriquecem a universidade. Essas ações retaliatórias ameaçam fazer um dano sério à comunidade de Harvard e ao nosso país, e mina a missão acadêmica e pesquisa de Harvard”, diz a nota.
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