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Cláudio Humberto: Ministério da Saúde exonera coordenador por suspeita de assédio sexual

Cícero Apurinã, coordenador da área indígena do Ministério da Saúde, é acusado de chantagear mulheres e oferecer cargos em troca de sexo

Da redação
DA REDAÇÃO

03/10/2024 • 09:43 • Atualizado em 03/10/2024 • 09:43

Cláudio Humberto

Após o caso de assédio sexual da ministra da Igualdade Social, Anielle Franco, praticado pelo ex-ministro Silvio Almeida, o Ministério da Saúde exonerou em setembro o coordenador da área indígena, Cícero Apurinã, por suspeitas de assédio sexual.

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Apurinã foi acusado de oferecer cargos a mulheres em troca de sexo. Para Cláudio Humberto, comentarista do Jornal Gente, da Rádio Bandeirantes, a atuação do Ministério da Saúde foi "muito mais apropriada do que no caso da ministra Anielle".

Em depoimento à Polícia Federal (PF) nesta quarta-feira (2), Anielle relatou que sofria assédio de Silvio Almeida desde a transição de governo, em 2022.

"E quando a gente imaginava que isso serviria de exemplo para demais autoridades, não só do governo, mas de todas as instâncias de poder, aí surgiu a história da demissão de outra figura relevante do governo, o coordenador da área indígena do MS, conhecido como Cícero Apurinã. Esse camarada, segundo as denúncias, chantageava mulheres oferecendo cargos no governo em troca de sexo. Isso foi descoberto e ele foi demitido. Uma reação muito mais apropriada do que no caso da ministra Anielle, que era assediava por Silvio Almeida desde 2022", disse Cláudio Humberto.

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