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Quesada explica como será votação que define o futuro de Augusto Melo no Corinthians

Sócios decidirão neste sábado se presidente retorna ao cargo ou é afastado de vez; disputa é acirrada

Da redação
DA REDAÇÃO

08/08/2025 • 20:33 • Atualizado em 08/08/2025 • 20:33

Quesada explica como será votação da Assembleia dos sócios sobre impeachment de Augusto Melo

Quesada explica como será votação da Assembleia dos sócios sobre impeachment de Augusto Melo

Rodrigo Coca / Corinthians

Na véspera de um momento decisivo para o Corinthians, Leandro Quesada explicou no Esporte em Debate como será a votação que pode selar o futuro de Augusto Melo na presidência do clube. O encontro no Parque São Jorge está marcado para este sábado (9), das 10h às 17h, e reunirá os sócios para decidir se o dirigente retorna ao cargo ou é afastado definitivamente.

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Quesada destacou que o processo será feito em voto de papel, e não por urna eletrônica, como defendem alguns conselheiros. “O cara vota e ninguém sabe quem votou. No papel, você assina antes de votar e ninguém sabe de quem é o voto", explicou Quesada. "Mas há uma lista histórica no Corinthians com sócios que já faleceram ou que não têm condições de voto, e isso precisa ser visto de perto”, alertou Capriotti.

Segundo o comentarista, esse formato abre espaço para polêmicas, mas também garante sigilo ao voto, evitando que sócios sejam pressionados.

Disputa equilibrada e clima político

Quesada ainda apontou que a disputa entre os dois grupos está equilibrada. De um lado, apoiadores de Osmar Stábile, que assumiu interinamente após o afastamento de Augusto Melo; do outro, sócios que defendem o retorno do presidente. “Entre os parceiros dele, é 50 a 50. Ele não tem 100% nem do próprio grupo”, afirmou.

Para Cappellanes, um fator que pode influenciar o resultado é a mobilização: enquanto os aliados de Melo devem comparecer em peso, parte dos sócios contrários pode não se sentir motivada a votar, especialmente aqueles que usam apenas a estrutura social do clube e não se envolvem nas questões políticas.

Quesada também relembrou que este pode ser apenas o segundo impeachment da história do Corinthians; o primeiro ocorreu em 1972, quando Miguel Martínez foi afastado por problemas financeiros.

Segurança e prevenção de confusões

Quesada também revelou que o clube preparou medidas de segurança para evitar intimidações no dia da votação. “Não pode haver um clima em que alguém aponte o dedo para o sócio e diga em quem ele deve votar. Chega dessa falta de credibilidade”, disse. O repórter também explicou que a imprensa estará em um local protegido para fazer a cobertura da Assembleia dos sócios do Timão.

O texto foi gerado artificialmente e foi revisado por Band.com.br.

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