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Emanuel Pessoa critica política externa e defende retaliação estratégica

Economista afirma que o Brasil deveria usar as terras raras como instrumento de negociação e diz que o governo prioriza o discurso político em vez de soluções para a economia.

Por Redação
REDAÇÃO

28/07/2026 • 11:28 • Atualizado em 28/07/2026 • 11:28

Trump

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Umit Bektas/Retuers

O economista Emanuel Pessoa criticou a condução da política externa brasileira ao comentar as tensões comerciais entre Brasil e Estados Unidos. Segundo ele, o país deveria adotar medidas de retaliação estratégicas, como a cobrança de um imposto sobre a exportação de terras raras, aproveitando a relevância desses minerais para atrair investimentos em refino e processamento no Brasil.

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Na avaliação de Pessoa, o governo federal tem priorizado o discurso de defesa da soberania nacional em vez de buscar soluções práticas para minimizar os impactos econômicos sobre a população. Para o economista, a política externa brasileira estaria excessivamente voltada para interesses eleitorais, deixando em segundo plano a defesa dos interesses econômicos do país.

O economista também mencionou declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a eleição presidencial dos Estados Unidos, quando manifestou apoio à então candidata Kamala Harris e fez críticas a Donald Trump. Para Pessoa, o Brasil precisa adotar uma postura mais profissional nas relações internacionais e concentrar esforços em políticas que fortaleçam a economia e reduzam os prejuízos para empresas e consumidores.

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