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São Paulo ganha 12 dias de folga para tratar sobre transferban e Enzo Díaz

Com clássico contra o Santos adiado, Tricolor ganha tempo para alinhar bastidores após empate com o Flamengo e lida com impasse do lateral argentino por cobranças de salários.

Da redação
DA REDAÇÃO

27/07/2026 • 23:05 • Atualizado em 27/07/2026 • 23:05

Enzo Díaz

Enzo Díaz

Rubens Chiri/São Paulo FC

O empate diante do Flamengo no Maracanã trouxe um breve respiro para o São Paulo Futebol Clube no Campeonato Brasileiro. Com o aditamento do clássico Sansão — em virtude dos compromissos do Santos no mata-mata da Copa Sul-Americana — e fora da Copa do Brasil, o elenco comandado por Dorival Júnior terá 12 dias sem jogos oficiais, voltando a campo apenas no dia 8 de agosto contra o Grêmio, fora de casa.

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O período de paralisação nos gramados será crucial para a diretoria são-paulina tentar resolver graves pendências financeiras e operacionais nos bastidores.

As novidades sobre o momento do clube foram detalhadas no programa Os Donos da Bola, com o apresentador Craque Neto e comentários de Guilherme Agrella, Nivaldo de Cillo, Leandro Guerreiro e Matheus.

Travamento do reforço Domingos Duarte e o transferban na Fifa

A prioridade da diretoria neste intervalo de tempo é quitar a dívida de 1,05 milhão de euros (cerca de R$ 6,5 milhões) junto à Lazio, da Itália, referente ao volante Marcos Antônio. O não pagamento gerou um transferban ativo na Fifa, impedindo a inscrição de novos atletas.

A punição trava diretamente a oficialização e estreia do zagueiro Domingos Duarte, de 31 anos, que já assinou com o clube, mas não pode ser registrado no BID da CBF enquanto a sanção não for derrubada. Segundo a apuração do programa, ainda não há um prazo definitivo estipulado pelo departamento financeiro para a liquidação do valor.

O impasse com Enzo Díaz e críticas da bancada

Outro tema quente abordado pela bancada foi a ausência do lateral Enzo Díaz. Embora o São Paulo venha alegando "motivos pessoais" para o afastamento do jogador nas últimas duas partidas, as informações de bastidores indicam uma cobrança direta por parte do atleta por atrasos em salários e direitos de imagem.

O comportamento do jogador dividiu opiniões e gerou duras críticas no estúdio:

"Honrar os compromissos é o primeiro passo de qualquer gestão, mas abandonar treinamentos ou se afastar do grupo em um momento crítico, onde o clube passa por um jejum de vitórias, é um absurdo. O jogador precisa estar com o elenco", cobrou Leandro Guerreiro.

Desempenho no Maracanã, fim do jejum de Calleri e renovação

Apesar da postura defensiva adotada no Rio de Janeiro, a atuação no empate contra o vice-líder Flamengo foi vista com otimismo. A partida marcou o fim do jejum de 12 jogos do atacante Jonathan Calleri, que chegou à marca de 91 gols com a camisa tricolor após assistência da promessa Osório, da base são-paulina.

Diante da instabilidade de nomes como Luciano e das dúvidas sobre contratações caras no mercado, a bancada reforçou a urgência de o clube priorizar a renovação contratual do camisa 9 argentino, tratado como a principal referência técnica e de entrega do elenco para o restante da temporada.